Estou exatamente no meio da concepção do primeiro projeto do semestre. Este surge pela interação com um patrimônio cultural, poderíamos fazer edificação com o uso que pensarmos mais conveniente. O objeto do nosso dialogo é um forte possivelmente construído no século XVIII, sobre uma pequena montanha que se localiza entre duas grandes cadeias perpendiculares, a serra do curral e a serra da moeda. O forte é chamado assim devido as muralhas que o cercam, mas nunca teve uso militar e sim de proteção de uma pequena vila que abrigava mineradores do local. Faz parte do complexo, construções de pedra como a própria muralha, uma casa grande, um poço, sinais de um aqueduto, além de uma escavação retangular como uma piscina para armazenar água, de dentro dela a agua saia para incidir no local de extração formando uma lavra profunda. nos locais onde houve proteção conta o vento, como dentro da lavra ou da muralha, cresceram arvores com porte diferenciado da vegetação natural.
Então vamos ao projeto. Para dialogar com o uso do espaço antigamente decidimos mimetizar com as pedras, todas voltadas para a mesma direção por causa do movimento que gerou a cadeia, que tem grande relevância na paisagem. Decidimos fazer então o Museu da Mineração. Mostramos agora as intenções formais que surgiram a partir disso
Depois dessa fase chegamos num momento em que três edificações deste tipo se arranjam para caber toda estrutura do museu. Para conectar as três temos como modelo de ordem o Ritmo, que de acordo com o livro Arquitetura - Forma, espaço e ordem resume da seguinte maneira "Ritmo: um movimento unificador caracterizado por uma repetição ou alternação padronizadas de elementos ou motivos formais na mesma forma ou em uma forma modificada" percebemos que as pontas triangulares são o elemento em repetição, e o ângulo e o arranjo delas a faz o conjunto harmonioso ou não.
Neste momento de rearranjo buscamos diversa inspirações formais:
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